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sábado, 22 de dezembro de 2012

[Resenha #23] Um Grito de Amor do Centro do Mundo, de Kyoichi Katayama

Quem nunca ouviu o conselho para se aproveitar a vida ao máximo enquanto se pode, pois, quando menos se esperar, tudo poderá ter chegado ao fim? Nós humanos somos feitos para negar a consciência da morte - ficaríamos loucos se o nosso cérebro não desse algum jeito de omitir esse fato de nossa percepção. Em um minuto, tudo pode estar bem; em outro, tudo poderá estar desmoronando. Kyoichi Katayama confere ao casal desafortunado de sua obra a difícil tarefa de mostrar ao leitor que a morte é um realidade derradeira, mas passível de reflexão e compreensão. Conheça a difícil trajetória de Aki e Sakutarô em "Um grito de amor do centro do mundo".



Sakutarô é ainda um garoto quando conhece Aki na escola em que estuda, numa cidadezinha japonesa. Ela é bela, inteligente e popular, e logo se tornam amigos inseparáveis. Mas, conforme Sakutarô amadurece, ele começa a ver em Aki mais do que apenas uma amiga. Em pouco tempo, sua relação se transforma numa paixão arrebatadora. Os adolescentes trocam juras de amor; prometem nunca mais se separar. Mas uma tragédia fará com que o destino de ambos seja irremediavelmente alterado. Um grito de amor do centro do mundo é um dos romances japoneses mais lidos de todos os tempos. Foi adaptado para o cinema e para uma série de TV, além de ter se tornado um mangá de sucesso no Japão.


sexta-feira, 24 de agosto de 2012

[Resenha #16] Lilac, de Deise C. Müller

Em um mundo literário que em breve será invadido pelos livros YA* eróticos, Deise Müller encontrou o momento certo para entregar aos leitores uma obra que, além de incrível, soube entregar conteúdo: Lilac.


"Lilin, uma succubus ambiciosa, tenta aniquilar Lúcifer. E como punição, é enviada a Terra e destituída de seus poderes. Transformada em feiticeira, Lilin assume vários consortes e começa um plano para reinar sobre os seis clãs dos feiticeiros. Meg cresceu acreditando ter herdado habilidades mágicas de sua tataravó feiticeira. Abandonada ainda bebê pela mãe, seu pai tenta fazer com que ela e sua irmã se interessem pela arte oculta, porém a última coisa que uma adolescente quer é aprender feitiços com sangue de galinha e adagas afiadas. Entretanto, quando Lauren, sua irmã, é assaltada e baleada, e Lucas seus ex-namorado, desaparece misteriosamente Meg se arrepende de não seguir os conselhos do pai.Meg retorna à cidade onde cresceu, para se afastar da dor do passado e da acusação nos olhos do pai. Seu passado, no entanto, não está disposto a deixá-la em paz. Craft, o suspeito inicial no desaparecimento de Lucas, acaba sendo o rei do clã Domovoi, o mais poderoso dos clãs, e sua única esperança de escapar de seu caçador, e da escuridão na qual seu coração se afundou. Mas quando sobreviver pode significar ser um receptáculo ambulante para um demônio que planeja destruir tudo o que você ama, e morrer significa destruir o coração daqueles que te amam, o que fazer? Um demônio banido… Uma linhagem condenada… E uma atração inevitável. O amor realmente supera tudo?"

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

[Resenha#14]A culpa é das estrelas, de John Green

Pessoas nascem e morrem a todo instante, este é um ciclo que a natureza julga necessário para manter sustentável as milhares de vidas neste planeta. Quantas memórias, ideias, sentimentos e atos caíram em profundo esquecimento com a morte de seus detentores? Há pessoas que nascem para serem lembradas, outras,entretanto, procuram um meio de conseguir o mesmo antes que a morte tome este seu último desejo.John Green, em "A culpa é das estrelas" nos mostra que a esperança, por mais fraca e moribunda que seja, é a única responsável por termos uma vida que merece ser vivida em sua plenitude.

"Em A Culpa é das Estrelas, Hazel é uma paciente terminal de 16 anos que tem câncer desde os 13. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas."

terça-feira, 17 de julho de 2012

[Resenha #12]O Enigma da Lua - A centésima vida, de Liége B. Toledo


Eu sou péssimo para guardar frases de que gosto, mas certamente uma ficou cravada em minha mente desde que a ouvi - "No mundo não há coincidências, apenas o inevitável". Está frase resume minha visão em relação à sublime história transcendental que encontrei nas páginas do primeiro volume de "O Enigma da Lua" - Talvez, todos tenhamos um destino a ser comprido. Liége Toledo construiu um mundo próprio, onde os sonhos parecem ganhar vida.


Quando Driali, uma clériga da Deusa Lua, dá à luz sua segunda filha, Elora, ela não só se depara com uma linda criança, mas também com uma das mais preciosas e complexas criações de sua divindade. O que sua filha e Laucian - um meio-elfo e melhor amigo da jovem Elora - representam é algo que a clériga tenta esconder durante anos, por medo das consequências e perigos que podem se abater sobre os dois jovens. Contudo, quando a paz da acolhedora cidade de Silena começa a ser ameaçada por sombras de um mal há muito adormecido, Driali decide que é chegada a hora de revelar o que sabe. A partir de então, quatro amigos – Elora, Laucian, Myron e Valenia – descobrem que precisarão, cada um a sua maneira, tomar decisões que mudarão para sempre suas vidas e o destino de todos aqueles que os cercam. Suas jornadas e o desenrolar de uma batalha de luz e trevas que envolve todo o mundo de Edrim e o poder de deuses e suas criaturas está apenas começando...